O remake da Kimberly Pierce foi realmente necessário? Na minha opinião, nem um pouco! Carrie ao meu ver deixou muito a desejar. De um filme de terror clássico baseado na história de Stephen King a um terror teen vergonhoso. Eu só não parei de assistir pela bela atuação de duas atrizes, Chloë Moretz e Julianne Moore, que são o grande destaque do filme. O filme está lotado de novatos, mas não que isto chegue a ser um ponto negativo.
O que realmente me irritou foi o fato do remake não trazer nenhuma novidade, consegue ser desrespeitoso com o texto original de Stephen King e o filme de 1976, de Brian De Palma, ao buscar atualizar a trama para o público atual, afinal essa foi a real razão de terem feito esse remake na minha opinião.
Para quem ainda não assistiu, vale a pena conferir para tirar a curiosidade e comparar um filme com o outro, mas nada além disso.
Percebo que cada vez Hollywood quer mais dinheiro, e como sempre, eles abusão dessa mania de estragar filmes de obras irretocáveis. Apenar de não ser grande fã da produção de 1976, com certeza é muito melhor que essa, pelo fato do filme apresentar algo novo para o público.
Carrie poderia explorar outros fatores da trama, algo que não vimos nem no livro e nem no filme de Brian De Palma, ao contrario disto fizeram a mesma coisa, com efeitos abusivos.
Carrie White é uma jovem que não faz amigos em virtude de morar em quase total isolamento com sua mãe, uma pregadora religiosa fanática. A garota é menosprezada pelas colegas e Sue Snell, uma das alunas que zombam dela, fica arrependida e pede a seu namorado que convide Carrie para um baile no colégio. Mas Chris Hargenson, uma aluna que foi proibida de ir à festa, prepara uma armadilha para ridicularizar Carrie em público. O que ninguém imagina é que a jovem possui poderes paranormais e muito menos conhece sua capacidade de vingança quando está repleta de ódio.




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