14.3.14

Para viajar basta existir!


 Por que as pessoas gostam tanto de viajar? Porque os seres humanos sentem tanta vontade de conhecer lugares novos? A resposta é simples, NÓS temos vontade de nos permitir! Não apenas em fazer compras, conhecer novos lugares, aprender a cultura local, relaxar, provar uma gastronomia diferente. Como dizia o poeta Fernando Pessoa, "Para viajar basta existir".
 Claro que as pessoas tem visões diferentes. Para algumas pessoas comprar um carro novo traz a mesma felicidade que um carimbo no passaporte traz para mim. As pessoas dão importância a valores diferentes, e isso não é certo nem errado, é simplesmente questão de opinião.
 Me espanto quando alguém me diz que não gosta de viajar, porque eu tenho sede de curiosidade e isso me parece uma coisa absurda as vezes.
 Talvez eu seja diferente, porque meus olhos não brilham quando olho coisas materiais, e fico muito feliz e admirado quando começo a planejar minha próxima viajem! Aliás, essa é a melhor parte!
 Na cidade, no campo, na praia, na montanha, Como são as casas, os prédios, a arquitetura, como a cidade é organizada, como as pessoas vivem, quais seus hábitos, como funciona o metrô, os táxis, qual o prato típico. É curiosidade que não acaba mais, mesmo voltando ao meu ponto de origem, sempre fico com vontade de voltar aquele lugar, para conhecer mais e mais, porque o mundo é infinito e cheio de possibilidades!


 "Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou tv. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar do calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver."

- Mar sem fim, Amyr Klink


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